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Enquanto a beleza da vida não é mesmo se saber vivo. Mas sim, senrir-se vivo! Vivo estamos todos? Ou mortos?
Estamos vivos!
Viver não é o mais do que a simplicidade de se seguir cada dia com toda a esperança e a fé que permeia o peito, e do peito afora... o mundo que sustenta cada uma das coisas que contém em pura beleza de natureza, ao redor.
Como um campo, uma colina.... cheia de hortêcias lilás e rosas que espalham no ar o cheiro da cor de se sentir como uma coisa única e bela... que é tão grande quanto toda a beleza que se pode ver como, futuro. E não é somente o que está por vir. Mas tudo aquilo que já está aqui como a única maneira que existe, que é o ar. Ah, a atmosfera que circunda tudo aquilo que pode ter ou não o nome.
Que é sacro como a natureza do que é mais do que o impossível de não saber mais. Não é preciso saber para que se viva. É só preciso saber que viver é mesmo, e a esmo preciso. E quanto a precisão? Ora, nada é tão mais preciso do que o que está a se fazer de forma naturalmente seguinte daquilo que se chama autoconhecimento de tudo o que está dentro e fora de todas as cascas que me são belas como imagens de um quadro, um quadro em que cada coisa tem seu lugar... em tinta.
E tinta é o que é preciso para ser pintada alguma imagem que não é mais do que todas as coisas que estão ao seu redor de ser ou que não é ainda, mas que passa... e somente por passar já é. E isso é tão poético quanto não é. Tudo isso é somente mais uma tinta que não vejo.
E não ver é melhor do que ver? Não sei. E não sei somente porque vejo o que vejo, não há como enxergar aquilo que está por entre as palavras dos outros senão tudo seria visto . Mas não faço questão alguma de esconder que tudo isso é a mágica que discorre de uma força que não é mais do que a motriz. E por ser motriz, do coração... chama-se oração.
E orar é mais difícl do que rogar? Não, ambos são atos de fé. Ambos são atos. E atar é mesmo a coisa mais importante enquanto se tem vida perene de tudo o que está distribuído entre flores, mares, cidades, pedras, areias, grãos e poeira.
E tudo isso se espalha no ar como algo que é tão rarefeito que todo o defeito, já está de uma forma ou de outra feita como aquilo que já está na hora de tudo ser mesmo como é. Não, isso não é a fantasia do dia, que não sei qual é... é apenas o dia que me resta para ser o meu melhor. Hoje
é sempre. E sempre é eterno. E a eternidade é o dia que tenho para viver. Hoje, para sempre, tenho um dia todo. Até que...
Até que..., bem. Tudo se seguirá e não esquecer que tudo isso é só uma das maneiras que se tem para olhar. Mas não olho para nada que não seja mais do que a única forma de dizer tudo o que está em qualquer parte do que está em mim e de mim, espalhando para todos os lados que são mesmo mais do que um cercado.
Estou em pé em qualquer cume de montanha, ao norte? Não sei, mas vejo o horizonte... tão distante que sinto até vontade de mais... e mais. E como é bom. Para mim basta a vontade de viver para queeu saiba que estarei vivo quando, o meu dia anoitecer. E dormir será preciso. Mas dormir está tão
longe quando apenas se acordou.
E tudo isso não é mais do que acordar e sair... sair de si para que a cama não contenha mais do que as impressões que os sonhos deixaram gravadas nos colchões da vida que não é mais do que o lugar onde me refestelo de tanto.
De tanto a tanto, estamos. Estou de alguma maneira que tudo me parece insuficente para que seja suficiente a minha vontade de mais. De mais a mais. E de tudo a tudo. E o que me falta não é mais do que a coisa que liga tudo isso. Algo está faltando? Ora, sempre está, e por isso amanhã...
Amanhã estarei a fazer um novo hoje para que tudo seja mesmo mais do que isso.
E não, nada do que eu disse parece ter sido por mim, parece que tudo isso já estava em mim, mas não era meu. Meu é tudo que etá em mim. De uma forma ou de outra, e tudo está em mim em todas as formas. Ah, e que bela, que bela é a forma de um corção sangrento que pulsa... pulsa, palpita em
cada instante de vida. A vida é mesmo delicada e está por um fio... e quem infarta? Quem infarta rompe o fio entre o meio, começo e fim de uma sequência periclitante de vida que se BOOM... BIG BANG!!! E fez-se, o universo. E tudo já está feito. Ah, é só amor que nos atravessa...,
explode!
E não esquecer: Amar é o que nos resta!
criado por furquimjr
07:52:17