Rainha de Espadas

I have a tale to tell. Sometimes it gets so hard to hide it well. I was not ready for the fall Too blind to see the writing on the wall. A man can tell a thousand lies I've learned my lesson well. Hope I live to tell the secret I have learn

Rainha de Espadas

I have a tale to tell. Sometimes it gets so hard to hide it well. I was not ready for the fall Too blind to see the writing on the wall. A man can tell a thousand lies I've learned my lesson well. Hope I live to tell the secret I have learn
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Terra Blog

Arquivo de: Abril 2007, 06

06.04.07

Heavy Love is Human Nature II

Express yourself, don't repress yourself

And I'm not sorry [I'm not sorry]
It's human nature [it's human nature]
And I'm not sorry [I'm not sorry]
I'm not your bitch don't hang your shit on me [it's humannature]

Did I say something wrong?
Oops, I didn't know I couldn't talk about sex
[I musta been crazy]
Did I stay too long?
Oops, I didn't know I couldn't speak my mind
[What was I thinking]

"I´m absolute no regress"

_____________________________________________________________

Os meus sentimentos giram dentro de um carrinho, um coração, em uma montanha-russa, e russo demais é o frio que sinto por vezes, e bom é o vento que está a bater em minha face, que me revigora, me acorde de qualquer sentimento efêmero demais para ser eterno, e não mais do que dentro da eternidade de um instante que ecoa todo o silêncio da velocidade de minhas emoções, que são apenas a raiz de cada raio, de luz!
E é tudo um relâmpago de mim, para mim, que se espalha por tudo, e é só o sol da manhã que vem quente, mas sinto-o como a coisa morna que escorre dos céus direto em minha pele, em meus olhos, que enxergam tudo quanto é pouco para que se possa ser de alguma forma a profusão de tudo o que sinto e que fica reteso, em mim!

E Não saber ao certo o que de tudo que se passa a todo instante...
Ah, existem coisas que me cercam, e existem coisas que só o amor pode fazer! Há tantas coisas para serem vistas, e tantas outras a serem ditas que tudo, em palavras, é o escasso!Ah, há coisas que somente o sexo pode fazer pelas almas que atormentadas e desoladas se unem para que a alegria e a felicidade sejam plenas, e amemos como o que é palpável como o suor que explode dos poros, e tudo escorre, de um para o outro, em tantas sensações, contemplações... e abstinências de si mesmos! E tudo o que era apenas o mesmo e toda a chatice de ter que acordar, para depois adormecer, novamente, passa a ter o sentido, de todos os sentidos que adormecidos, revelam tudo o que estava apenas implícito e cravado por entre a alma e a carne!
E a carne é tudo o quanto me sobra, para que eu seja, animalescamente, humano! E tudo é apenas o instinto, extinto, do amor e das coisas profusas que se espalham por entre cada uma das gotas, de suor, quente, que escorrem e que são lambidas, pela língua, que cheia de saliva faz com que tudo seja o gosto, o gosto da carne, que faz de mais a mais querer... ainda mais, para que tudo seja de tal forma tudo, que o resto é apenas o resto!
E o restante, é aquilo que escapa por entre a pele! Pele esta, que é de grande beleza e ardor, como só o amor pode ser!
Mas acontece que por sua vez há coisas que não são explicáveis. Como a maturação do corpo! É como olhar um garoto, lindo, e jovem, que é tão desconhecido que é apenas mais um garoto! E ao ver a sua jovialidade, sabe-se que este homem, ainda não é um homem! É apenas, um menino E só se pode ver isso quando se olha para o rosto dele, perfeito, ao meu olhar, e vejo que não, ele não tem a aparência de cansaço que vejo em meu espelho enquanto contemplo-me, e repilo-me, logo pela manhã, enquanto escovo meus dentes!
e não tão só isso, como ao olhar para o lado, vejo um homem! Um homem que a mim é tão belo quanto o garoto! Mas ao mesmo tempo em que se parecem, e os dois com beleza comparavelmente parecidas, o homem tem algo que o garoto ainda não tem... uma espécie de tristeza e cansaço, a melancolia, que o embala no cotidiano, que nos olhos dele, vejo, que não passa! E sei exatamente como é!
E olho de um para o outro, vejo a beleza. E sei que o homem é muito belo, mas de alguma forma sinto sede pelo garoto, ele tem um frescor de vida, que me parece com água! E quero bebê-lo, beijá-lo, acariciá-lo... enquanto pelo homem, sinto, sinto.... sinto... Fome, fome! É diferente, e mais e mais... Possuidor! De alguma forma é incontrolável, e mais sujo, profundo, e intenso, mas que nem por isso o faz mais desejável do que o garoto!
Sim, eu sou feito de fome, e sede! E é apenas isso..., sim sinto mais sede do que fome, mas fome dói mais!!! É, é apenas isso o que me atormenta, e alimenta!

  • criado por  furquimjr criado por furquimjr
  • Postado em 10:07:03

Heavy Love is Human Nature

Eu não sei se é dia ou noite
Por favor, não conte
Tire o fone do gancho
E grite meu nome

Feche a cortina
Desligue o rádio
A televisão sem som
Já é um bonito quadro

Pro nosso amor descarado
Virado (virado)
O mundo lá fora
Não serve pra nada (pra nada)

Eu não sei se o nosso caso
Vai durar ou não
Se o que sinto por você
É doença ou paixão

Acenda as luzes todas
Perca a razão
Vem, me procura e encaixa (encaixa)
No escuro do meu coração

Pro nosso amor descarado
Virado (virado)
O mundo lá fora
Não serve pra nada (pra nada)


Ah, é tão triste olhar ao redor, e ver! Ver que cada vez mais a estupidez e o egoísmo humano destroem tudo o que há de mais belo na vida!
Ver que tudo passa, e que tudo está passando é tão simples, que na verdade, eu, já não teria mais motivos para estar sentindo-me como uma pedra!
Como uma pedra!
Sinto-me tal qual uma pedra que no meio de tantas outras não tem valor algum. É apenas mais uma, entre tantas outras, que dentro, dentro do silêncio denso e rochoso há tanto que, são apenas os detalhes da vida mais iminente e borbulhante, mas que de tanto a tanto tudo é o mesmo, que fica preso na garganta!
Ah, parece que me transformei em algo que não é mais aquilo tudo, só por estar tão incrustado em tudo o que sinto, em tudo o que vejo, que resta aos olhos d e quem me olha apenas aquilo que eles vêem!
Mas sinto, mas vejo: São todos cegos! E eu não sou muito diferente! Mas acontece que não sei mais como tentar mostrar tudo aquilo que sinto!
E nem ao menos as palavras, já não me são mais tão sinceras quanto eu gostaria que fossem...
É, talvez, mas bem talvez, eu deveria apenas deixar que tudo fluísse como agora, sem nem ao menos preocupar-me com o que está sendo dito!
É. Pois bem. Então direi que ao descobrir o peso de cada palavra me assustei. E de tufo o que me assusta, é esse o tudo que me fica preso! Parece que não sei mais chorar, e nem rir, espontaneamente!
De alguma forma tudo ao redor é tão abstrato que o meu sentimento é o que me deixa preso. De mim, para mim. Um outro eu, um outro mim, que tudo a mim condena, que tudo a mim revela! E de tudo o que está secretamente em mim, sem segredo nenhum, é o que devo ou não dizer!
Não confio em ninguém! E por isso nada, nada a mais do que está interferindo nos meus sentimentos podem ser ditos pela minha boca!
Tenho medo de falar!
Tenho medo de dizer as coisas mais banais de mim, cada vez mais eu me pareço falso a mim!
É como dizer que tudo isso é quando estou em contato com um outro, talvez, seja apenas a fantasia de tudo o que invento, e que já não sei mais como expressar para mim, como as coisas são de verdade!
Qual é a realidade? Talvez não seja bem essa a pergunta! Mas sim qual dentre as mil fantasias que vivo, que a mim, é mais real? E por que esta só faz sentido a mim?
É porque, talvez, seja somente eu é quem vive, dentro de mim, somente eu sei como é estar vivendo entre tanto, entre tantas as coisas que vejo, e que simplesmente, tenho que me calar!
É porque dizer tudo sobre isso é o mesmo que aterrorizar o mundo! E exatamente assim é que me assombro tanto, que nada parece escoar de meus milhares de sentimentos? E tudo isso porque tento fugir de quem eu sou! Este alguém que apenas sabe discorrer os sentimentos em palavras para ver se consegue, ao menos, respirar o ar que é mais puro do que a própria claridade em contrapeso com a escuridão da minha própria mente!
E por fim, é como se eu de fato não confiasse na minha própria mente, que trai meus sentimentos, e faz com que eu não saiba, porque de alguma forma estou tentando saber!
E é como se tudo isso, pouco a pouco, me corroesse, me consumisse, e de mim, sobra bem pouco para que, de fato, viva, viva como os tantos outros que passam, por mim, nas ruas, nos ônibus, na TV, e que finjo que não os vejo!
E fingir não é o mesmo que não existir!
Então, tudo isso é mesmo algo que existe, porque senão não seriam palavras em desalinho que estão sobrepostas em seqüências para que tudo isso não me aniquile! Estou em frangalhos do que poderia ser toda a beleza, mas que de alguma forma é como se não me fosse permitido ser tudo o que sou! Porque cada vez mais e mais parece que ser quem sou é tão incômodo aos outros, que por sua vez, os outros incomodam a mim!
Ora, mas veja bem!
Como posso ser livre? Como posso sorrir? Se já não sei como é que se chora? Como é que simplesmente se chora?
Não sei! Não sei!
Hoje, enquanto chovia, sentia-me tão entempestuoso que não pude mais do que olhar pela janela, e foi aí que saiu o sol, por entre as nuvens, que cinzas, já não encobriam mais nada! E tudo foi suavizado, mas nada disso me deu alívio senão o olha de quem olha, e só olha, como se já não fizesse parte de tudo o que está ali!
E assim, é que nesse exato instante começa a chuva outra vez! E o silêncio da madrugada é cortado pelo som das gotas que batem no chão, e do veto que balança as árvores, levo apenas a força, do mudo, do terror, de estar em um lugar que parece tão fantasmagórico que chego a ter quase, e apenas quase, com tanta ironia, a sensação de que estou morto!
Será que de alguma forma eu morri e não percebi?
E será que estou sendo metafórico? Ou apenas falo a realidade!? Não sei. Parece que ando por entre coisas e pessoas que não existem senão na minha própria imaginação! E a chuva de agora é só o complemento de toda a minha solidão e destruição humana!
Engraçado que acabo de notar que o meu medo de machucar os outros só machuca a mim! Sei lá, esse é o meu mal!
Parece que é maldição, toda vez que quero mais do que tudo o que estou olhando, é como me sentisse tão machucado que eu apenas não consigo esticar o braço para pegar, com as mãos!
Ah, é como se o calmante que tomei estivesse em meu sangue e fica difícil deslizar a caneta, vê, como é difícil esticar a mão!
E quem sabe mais um cigarro? Ah, talvez tudo se apague se eu parar agora, mas é como se eu já estivesse parado, porque a mente é mesmo o que me destrói em tudo o que me é simples! E agora – tudo me dói!
Engraçado é ver que ao soltar a caneta, a chuva também parou! Mas tudo por uma mentira de me dizer calma, quando apenas me deu um pouco de sono!
Enxaqueca é um mal que só me dá quando tenho o peso da mente ao carregar! E minha cabeça tem esses lampejos de dor! Assim como a luz, que falha, é o temor!
Temo que tudo seja como é! E sei que é!Mas como de fato acordar? Não sei! Sei que quero!
Quero acordar!
Não! Definitivamente não tenho mais forças ara viver a farsa que vivo, mesmo estando morto!
E falo sobre mim! Mim mesmo que explode em eu! E saber? Saber o quê se tudo me parece inexistente! Quero apenas acordar onde devo acordar! Ou será que é assim mesmo!?
De fato, acho sim que nem mesmo esse papel existe, mas porque ele não desaparece, assim como o eu, e, todas as coisas que me rodeiam!
Ah, e nessa hora de querer mais do que o que está! Vem sempre o passado! Que só me fere!
E o que fere é saber que não levito, mas a cinza do cigarro não cai quando esqueço por completo da gravidade!
E isso porque não existe cigarro, não existe cinza, não existe gravidade!
Eu – não existo!

  • criado por  furquimjr criado por furquimjr
  • Postado em 10:02:03