Rainha de Espadas

I have a tale to tell. Sometimes it gets so hard to hide it well. I was not ready for the fall Too blind to see the writing on the wall. A man can tell a thousand lies I've learned my lesson well. Hope I live to tell the secret I have learn

Rainha de Espadas

I have a tale to tell. Sometimes it gets so hard to hide it well. I was not ready for the fall Too blind to see the writing on the wall. A man can tell a thousand lies I've learned my lesson well. Hope I live to tell the secret I have learn
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Terra Blog

Arquivo de: Dezembro 2006, 05

05.12.06

Viva a criança!

Eu falo de amor à vida,
Você de medo da morte.
Eu falo da força do acaso
E você de azar ou sorte.
Eu ando num labirinto
E você numa estrada em linha reta.
Te chamo pra festa,
Mas você só quer atingir sua meta.
Sua meta é a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu olho pro infinito
E você de óculos escuros.
Eu digo: "Te amo!"
E você só acredita quando eu juro.
Eu lanço minha alma no espaço,
Você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro
E você só lamenta não ser o que era.
E o que era?
Era a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu grito por liberdade,
Você deixa a porta se fechar.
Eu quero saber a verdade
E você se perocupa em não se machucar.
Eu corro todos os riscos,
Você diz que não tem mais vontade.
Eu me ofereço inteiro
E você se satisfaz com metade.
É a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa não te espera!
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Sempre a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada? 
(Paulinho Moska)

Vou pintar um arco-íris de energia
Pra deixar o mundo cheio de alegria
Se tá feio ou dividido
Vai ficar tão colorido
O que vale nessa vida é ser feliz
Com o azul eu vou sentir tranqüilidade
O laranja tem sabor de amizade
Com o verde eu tenho a esperança
Que existe em qualquer criança
E enfeitar o céu nas cores do amor
No amarelo um sorriso
Pra iluminar feito o sol tem o seu lugar
Brilha dentro da gente
Violeta mais uma cor que já vai chegar
O vermelho pra completar meu arco-íris no ar

Toda cor têm em si
Uma luz uma certa magia
Toda cor têm em si
Emoções em forma de poesia
Toda cor têm em si
Uma luz uma certa magia
Toda cor têm em si
Emoções em forma de poesia

__________________________________________________________

E fui a uma apresentação de criançãs, e chegando lá...
Eis com o que me deparo: COMIGO!
Em quais instâncias, em todas as instâncias que de que eu posso mesmo
planejar muitas coisas... mas tudo me ocorre, assim... de improviso. E
tudo isso é feito como senão houvesse muito o que fazer.E não há
mesmo! São como as crianças que ensaiam para subir ao palco e dançar,
interpretrar... e fazer com que os adultos se emocionem... é, mas
acontece que o que foi de fato preparado por outros adultos não é o
que emomciona!
E sim... nos emocianam muito! Emociona-me muito... ao ver que um dia
eu também fui criança, que um dia eu também estive naquela posição, e
que de fato estou mais assim do que em qualquer outro... sim, em
estado de selvageria natural de ser alguma coisa que não se pode
controlar...
Não, eu não me controlo, mas me controlo a todo instante, e talvez
toda a graça não só a mim, é justamente o que me sai do controle...
sim, as coisas vão por seus caminhos e eu não sei mais do que o que é
uma tentativa infantil de resgatar toda a infância, em todos os
instantes... E é assim que tenho vivido.
Não é só o eterno resgate da infância, mas todas as sensações que eu
posso sentir ao sentar em um banlanço, e esquecer que estou pendendo
entre a gravidade da coisa toda, e a circunferência... ah, tudo é tão,
mais que... é somente eu, sentado, gritando, brincando, rindo,
chorando, calando, me assutando, me revelando, me prendendo e me
soltando... no insano momento em que tudo... não é nada!
É, e estar próximo ao nada é mesmo o tudo de tudo que eu posso
conseguir? Talvez seja, mas isso não é uma questão da busca de algo...
é a questão do esquecer-se de si, para que se sinta do tudo ao nada...
que nos disponibiliza a grande magnetude de apenas estar envolto em
tudo o que é... e não é somente, está... Ah, talvez melhor seria outra
língua que nos daria essa grande duplicidade..., mas antes preciso
dizer que tudo isso acontece primeiro na minha cabeça, então... I am
in my head!
Again?
Oui, C'est la même chose... sempre a mesma coisa de formas
diferentes... é assim, que nos ocorre... e corre por todos os cantos
da cidade, e corro pros bares, casas, lugares que me satisfação toda e
qualquer brincadeira...
É..., nada é tão sério que não se possa ser encarado como
brincadeira... e eu simplesmente brinco... ah, e vejo tambem tão o
oposto que nem sempre estou a brinacr, mas tudo bem.
Não sei mais, toda vez que tento ser aquele menino sério e modelo, não
sou completamente eu, e em algum momento algo me escapa... e é
terrivelmente destruidor, ou não, aí é que está a graça, já não sei
mais de nada, do tudo o que sei.
E esse é o bom da coisa toda, quando as coisas de fato são
imprevisíveis... por que a final como diz uma Moska que posou na minha
sopa: "Então me diz qual é a graça, de já saber o fim da estrada...
quando se parte rumo ao nada!"
E por aí, é que toda vez, essa tal Moska, que é de bom agrado o
zumbido, aparece-me, sim... não sei mais o que pode ou o que não pode
acontecer... e isso só porquê eu não penso no próximo instante... Ele
me ocorre... sim, sou limitado, e só posso planejar coisas a longo
prazo. O fato de agora, simplesmente ocorre, como o planejado passado,
ou o que difere no longíncuo futuro de antes...
Ah, enfim, é que no fim eu sempre acabo falando de tempo, ora... mas
tempo já não sei.... extiste mesmo? Não sei, sinto mais é o clima que
vai passando de um estado a outro... e não posso medir melhor o
tempo... a coisa de Cronos como, o tal Deus que é o pai do Deus dos
deuses, com agitação que a lua me traz por sua vez... e por sua vez
ela me causa um leve sentimento guardado, e sei que o Tempo está se
passando como deveria... ah, ela está a minguar!!! Com o céu fechado
não a vejo, mas sinto! Sinto e luto, mas é sempre fatal com todos os
climas que até o tempo, oferece-me!
E na verdade, não sei de muito, não há como pensar em estado bruto da
coisa, quando tudo é tão apenas isso... as coisas... e tudo me parece
inominável... e tenho a certeza de que tudo isso são só as crianças
que dançam no palco, mas não sabem ao certo se estão fazendo certo.E
apenas o fazem!
Ah, sou mesmo uma criança!

  • criado por  furquimjr criado por furquimjr
  • Postado em 03:50:38