Rainha de Espadas

I have a tale to tell. Sometimes it gets so hard to hide it well. I was not ready for the fall Too blind to see the writing on the wall. A man can tell a thousand lies I've learned my lesson well. Hope I live to tell the secret I have learn

Rainha de Espadas

I have a tale to tell. Sometimes it gets so hard to hide it well. I was not ready for the fall Too blind to see the writing on the wall. A man can tell a thousand lies I've learned my lesson well. Hope I live to tell the secret I have learn
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Terra Blog

Arquivo de: Novembro 2006, 27

27.11.06

O vaso.

Ontem falei com Hortências e senti que deveria publicar algo ja escrito. E elas me dizemm tanto!

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Na dúvida é melhor não dizer. Mas o que é mais triste um vaso vazio, ou um vaso com plantas? com folhas verdes, verdes. Tão verdes.
Não há como saber. Mas, o vaso com plantas é tão verde que chega a ser triste de tanta beleza. Beleza na prisão. A raiz não passará. Não passará daquilo a que não ser que seja forte o bastante para romper e quebrar a argila... AH, talvez com o tempo.
Mas o vaso vazio. Assim em estado bruto parece tão... tão sem explicação que seja apenas a falta de cor da argila. A falta de cor da vida. Falta tanto para ele que não se pode dizer que seja triste e nem feliz. É tão apenas e somente um vaso!
É o vaso sem o que há. E ver isso não é pouco diante do que há dentro desse vácuo de vazio... São tantas as possibilidades de um vaso vazio.
Ele está ali. Parado. E pode-se plantar qualquer coisa dentro dele. Pode-se colocar qualquer planta dentro dele. Ou deixá-lo vazio pela eternidade, a vontade de vida vai fazê-lo findar no seu fardo de conter a vida.
Por fim o vaso é como o coração, que sustenta a vida. Vida de outro. Porque a vida não é corpo assim como não é do vaso. É da alma, é da planta.
As plantas têm almas? Ah, talvez tenham. Elas têm vida, não é???
E não há muito que dizer sobre as almas das plantas, e não há muito que dizer por que se diz com essas simples palavras. E almas de plantas são tão mais que não vale a glória delas... o dizer sobre elas.
É, no por fim ou no porvir tudo é mesmo uma coisa só. O apenas do vaso. O apenas da vida. Ou o apenas do vago, do vazio de qualquer vaso. AH, tudo é vaso. Tudo é vaso, em mim!

  • criado por  furquimjr criado por furquimjr
  • Postado em 03:24:58